segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Histórias de “casa-de-banho”

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Acabou-se a ida ao penico! O pequeno pintainho, que continua a usar o penico, depara-se com uma série de animais (uns mais simpáticos, outros mais assustadores) que ao longo desta história o incentivam a ser como os grandes... e usar a sanita!

Nós por cá… ADORAMOS que a Inês explore connosco esta história divertida na sala, em grande grupo, e a pares, enquanto estamos na sanita… e os resultados têm sido positivos ;)

A Sala da Inês recomenda!

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

A Sala da Inês deseja a todos…

Árvore de Natal 2011

Um Feliz Natal 2011!

* Este ano a árvore de Natal foi construída com rolhas e cápsulas de café! O processo foi rico pois permitiu o contacto com novos materiais; o resultado está à vista…! Fica a ideia para um Natal original ;)

 boneco de neve

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Intervenção Precoce – Porque há tanto a fazer numa sala de berçário…

imageE depois de me estrear em berçário, posso dizer que foi dos anos mais ricos de aprendizagem… Penso que há três  grandes ideias a reter sobre a educação na primeira infância: os bebés fazem uma descoberta sensorial do mundo que os rodeia, necessitam de rotinas estáveis e espaços seguros e investem cognitivamente num contexto de afecto e segurança afectiva. Por isso, enquanto técnicos, devemos procurar propiciar o maior número de experiências que apelem aos 5 sentidos dos bebés, experiências adequadas ao seu nível de desenvolvimento, que os levem a aprender pela acção sobre si próprios, sobre os outros e sobre os objectos. Deve ser criado um contexto de aprendizagem apoiante, em que os bebés têm um papel activo nas suas conquistas e evoluções.

As rotinas têm, sem dúvida, um papel também fundamental. Os cuidados pessoais, de higiene e alimentação, devem ser tidos em conta como momentos de resposta às necessidades de cada bebé. No início nem todos fazem tudo à mesma hora, e o ritmo de cada um deve ser respeitado. Aos poucos vai sendo introduzida a uniformização das rotinas individuais para a rimageotina de grupo. Cria-se o momento do dia destinado à actividade orientada, o momento do almoço, da higiene, do repouso, do lanche, da exploração espontânea do espaço educativo. Tudo isto para vos dizer que a sala de berçário é a grande primeira experiência social da vida de um bebé. Com 1 ano cada um sabe qual é a sua cama, o  seu lugar à mesa, vai sentar-se no tapete quando se mostra um livro, repete gestos e palavras, ajuda a arrumar os brinquedos na caixa, começa a reconhecer o certo e o errado… As conquistas são quase diárias e existe um trabalho de retaguarda que no futuro vai fazer a diferença.

Deixo aqui uma lista de algumas das actividades desenvolvidas este ano, esperando poder ajudar aqueles que, como eu, não sentem que a faculdade prepare os técnicos para a intervenção pedagógica numa sala de berçário. Mas podemos sempre procurar mais, sermos um bocadinho auto-didactas e partilhar o que vamos descobrindo :) A creche não é, de todo, um “mal necessário”, acreditem! HÁ TANTO A GANHAR…! :)

  • Explorações com rocas e brinquedos sonoros 
  • As canções e as lenga-lengas: o poder do gesto e o forte apelo à repetição e à linguagem
  • Ginásio para bebés
  • O jogo do cu-cu
  • Bolinhas de sabão
  • Introdução de materiais de desperdício (caixas de cartão grandes e pequenas, rolos de cozinha
  • Amachucar e rasgar papel
  • O tapete das sensações (várias texturas, diferentes sensações – última imagem em baixo, à direita)
  • Os primeiros encaixes image (empilhar, tirar, encaixar)
  • Massa Mágica
  • Digitinta (Farinha + água + corante alimentar) 
  • Pintura com o dedo
  • Pintura da mão e do pé
  • Modelagem em massa-pão  
  • Exploração de livros de imagens 
  • Primeiras experiências com lápis de cera
  • Introdução de materiais para o faz-de-conta
  • Brinquedos de empurar e puxar
  • Sessões de movimento
  • Brincadeiras com Água

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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

1, 2, 3… No Berçário pela primeira vez…!

E está a ser uma experiência e tanto… :) No Berçário quase tudo funciona de uma forma um pouco diferente das outras salas de creche, mantendo-se sempre e em qualquer idade os valores que queremos transmitir. Chegam pela manhã bebés entre os 4 e os 8 meses que de dia para dia nos presenteiam com novas habilidades, novas conquistas… As rotinas são a grande base do currículo e o afecto o alicerce imprescíndivel para que tudo corra bem. A intencionalidade educativa está presente em todas as posturas, respostas, propostas e desafios que os adultos lançam a cada bebé.

Outubro 2010 (2)

Outubro 2010 (1) 

 

 

 

 

 

Para mim que me estreio nesta aventura, tenho a certeza que eles aprendem tanto comigo quanto eu com eles.

Deixo-vos hoje imagens daquele que considero um espaço preparado para bebés entre os 4 e os 12 meses, onde a organização, a cor, a harmonia e a diversidade de  respostas facilitam a acção do adulto enquanto seguidor das iniciativas dos bebés e promotor de situações desafiantes que conduzem a evoluções no desenvolvimento.

Sala de Actividades 

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Zona de repouso

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Fica ainda a ideia de um registo que podem realizar numa sala de berçário, o Mapa da Dentição! No final do ano os registos de cada bebé são integrados no portfólio individual de cada um!

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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Trabalho de Texto em Creche – os primeiros passos no MEM…

Embora o Movimento da Escola Moderna seja considerada uma metodologia para o jardim-de-infância, aqui fica o exemplo de uma actividade que pode ser realizada em Creche, com crianças a partir dos 24 meses, que remete para os princípios orientadores do MEM. O apelo ao diálogo e o relato de experiências de um passado recente são grandes incentivos ao desenvolvimento da linguagem. O educador funciona como escriba da criança, que pode depois ilustrar o registo escrito do seu relato. Fica a sugestão :)

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terça-feira, 25 de maio de 2010

OBRIGADA…

Por termos chegado aos

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visitantes!!!

Continuem a passar por cá, a ver, comentar e sugerir! Cada vez mais pessoas reconhecem os benefícios das creches e dos jardins-de-infância enquanto promotores da estimulação precoce, da socialização e muito, mas muito mais…!

Por aqui queremos continuar a contribuir para a construção de um verdadeiro projecto para a Educação.

Todo o projecto nasce de um sonho. Só ganhamos força para construi-lo e colocá-lo em prática quando percebemos esse sonho como nosso.

OBRIGADA!!!

domingo, 9 de maio de 2010

Presentes..!!!!

O presente do Dia do Pai (um calendário 2010)100_3229 

O presente do Dia da Mãe (colares feitos em massa de moldar)100_3628

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Perceber as mordidelas…

O artigo é da psicopedagoga Claudia Sousa e foi retirado daqui.

Por que é que as crianças pequenas se mordem umas às outras e às vezes até a si mesmas? Expressão de agressividade? Violência? Stress? Sentimento de abandono?

Uma coisa muito comum nas Creches – mas que costuma provocar muita preocupação nos pais – são as mordidelas. Principalmente no período de adaptação, em que, além da maioria das crianças estar a viver a sua primeira experiência social extra-familiar, os grupos estão em fase de formação, de  “primeiras impressões”, ou em situações de entrada de crianças novas para a sala, as mordidas quase sempre fazem parte da rotina diária das crianças. Não é fácil lidar com esta situação, tanto para os pais (é muito doloroso receber o filho com marcas de mordida!), quanto para nós, Educadores (que nos sentimos impotentes, na maioria das vezes, sem conseguir impedir que elas aconteçam).

imageAs crianças pequenas geralmente mordem para conhecer. Para elas, tudo o que as cerca é objecto de interesse e alvo de curiosidade, inclusive as sensações. O conceito de dor, por exemplo, é algo que vai sendo construído a partir das suas vivências p essoais e principalmente sociais, e não é algo dado à priori.

Mordendo o outro, a criança experimenta e investiga elementos físicos, como a sua textura (as pessoas são duras? São moles? Rasgam? Partem?), a sua consistência, o seu gosto, o seu cheiro; elementos “sexuais” (no sentido mais amplo da palavra), na medida em que morder proporciona alívio para as suas necessidades orais (nelas, a libido está basicamente colocada na boca) e ainda investiga elementos de ordem social, isto é, que efeitos esta acção provoca no meio (o choro, o medo ou qualquer outra reacção do amiguinho, a reprovação do Educador, etc).

É claro que, vencida esta primeira etapa de investigação, algumas crianças podem persistir em morder, seja para confirmar as suas descobertas ou para “testar” o meio ambiente (disputa de poder, imagequestionamentos de autoridade, etc). Ou ainda, pod e ser uma tentativa de defesa: ela facilmente descobre que morder é uma atitude drástica. Raramente a mordida é um acto de agressividade, e muito menos de violência, a não ser que estejam a viver alguma situação de intenso stress emocional em que todos os demais recursos estejam esgotados.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Nós por cá…

 … Adoramos uma boa história…

Ficam hoje alguns exemplos de alguns dos livros que fazem as delícias da nossa sala

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Boas leituras aí em casa!! :)